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Pela campanha contra hepatites virais Câmara recebe iluminação amarela em julho


Ricardo Barros - Pela campanha contra hepatites virais Câmara recebe iluminação amarela em julho

 

O Congresso Nacional recebe iluminação amarela de 1º a 31 de julho em alusão ao mês de conscientização sobre a luta contra as hepatites virais. A campanha Julho Amarelo foi instituída pela Lei 13.802/19 e coincide com o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais em 28 de julho, criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2010. A iluminação especial foi solicitada pelo ex-ministro da Saúde e deputado federal Ricardo Barros.

 

 

Segundo o parlamentar, o grande desafio no que se refere às hepatites virais é a falta de conhecimento, uma vez que a doença não possui sintomas. “Muitas pessoas não sabem que estão infectadas e, além de não realizarem o devido tratamento acabam disseminando a doença. Por isso recomenda-se a realização do teste para hepatite C pelo menos uma vez na vida, com o objetivo de diagnosticar e tratar o mais precocemente”, aconselha.

 

 

Hepatite - De acordo com Ministério da Saúde, as hepatites virais configuram um grave problema de saúde pública em todo o mundo. Segundo dados da OMS cerca de 390 milhões de pessoas no mundo têm infecção crônica pelos vírus da hepatite B e C, responsável por 95% das mortes provocadas por hepatites virais.

 

 

O Ministério da Saúde estima que existam quase 2 milhões de brasileiros portadores de hepatites virais, sendo 1,7 milhões portadores do vírus da hepatite C e 756 mil portadores do vírus da hepatite B.

 

 

Só em 2017 o Brasil registrou 40.198 novos casos de hepatites virais. No mesmo ano, sob a gestão de Barros, a Pasta lançou o Plano Nacional para Eliminação da Hepatite C até 2030, do qual faz parte a campanha Julho Amarelo. Entre os objetivos estão estimular a vacinação contra a hepatite B, implantar mecanismos para ampliar a rede pública de testagem e divulgar informações sobre o tratamento da hepatite C, disponível no Sistema único de Saúde.

 

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde 1,7 milhão de mortes no mundo foram provocadas por complicações das diferentes hepatites, a maioria causada por cirrose ou câncer de fígado oriundos da doença.



Foto: Jonas Pereira/Agência Senado